Bocaiúva Orgânicos

05 MAR

COMO ADQUIRIR HÁBITOS ALIMENTARES MAIS SAUDÁVEIS


Nos supermercados, a busca por alimentos orgânicos, produzidos sem agrotóxicos, tem aumentado cada vez mais. Há um desejo por uma alimentação saudável, por conhecer a procedência, ter a segurança de estar consumindo alimentos que signifiquem saúde e bem-estar.


E esse desejo reflete os números desse segmento. Segundo uma pesquisa realizada pela Organis em 2019, no Brasil, 19% das pessoas já consomem algum produto orgânico. Na região Sul do país o número chega a 23%, o que indica que a preocupação com a qualidade da alimentação está cada vez mais presente nos lares.


Para quem já consome ou deseja consumir orgânicos, uma dúvida frequente é em relação à procedência: como saber se é realmente orgânico? Apenas olhando para o produto, é impossível, mas essa preocupação é discutida no Brasil desde o início dos anos 2000.


O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) criou uma legislação específica, regulamentando o mercado. Embora a adaptação tenha demorado alguns anos, hoje é necessário um selo de procedência, com uma certificação dada por órgãos cadastrados pelo MAPA e credenciados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), o mesmo que assegura qualidade e fiscaliza diversos tipos de produtos no Brasil. É o Inmetro que assegura por escrito que determinado produto, processo ou serviço obedece às normas e práticas da produção orgânica.


E o selo não contém apenas as informações essenciais, mas traz um código que com um celular com acesso à internet qualquer consumidor pode acessar o um diário de campo do produtor. Nele, os agricultores precisam inserir todas as informações sobre como foi o cultivo, inclusive se utilizou algum agrotóxico. Tudo isso é fiscalizado por fiscais do MAPA e também das secretarias estaduais e municipais de agricultura. Além disso, o próprio mercado ou feira pode fazer essa fiscalização, por isso a importância de comprar orgânicos em estabelecimentos que você confia.


A escolha por orgânicos está relacionada à saúde e à alimentação saudável, que conseguimos com uma mudança de hábitos. Mudar um costume não é fácil, mas hoje, com as opções disponíveis no mercado, dá pra fazer isso sem tanto sofrimento. Parece promessa impossível? Nós reunimos algumas dicas de uma especialista pra te ajudar!


1 - Tenha uma boa relação com a comida

Para a nutricionista Fernanda Longen Zaleski Uliano, uma alimentação saudável vai além de comer alimentos considerados “bons” ou “ruins”. A relação com a comida é fundamental para termos uma alimentação saudável.


Nós costumamos ouvir que para ter uma boa alimentação é preciso fazer alguma dieta restritiva ou excluir um determinado grupo de alimentos. No entanto, essa restrição faz com que tenhamos ainda mais vontade de comer aqueles alimentos “proibidos”, o que gera ansiedade e aumenta a chance de desenvolvermos episódios de compulsão alimentar.


— Se ficamos duas semanas sem comer chocolate, pensando nele todos os dias, quando “caímos na tentação” de comer o chocolate, acabamos comendo uma barra inteira — diz a nutricionista.


Quando desenvolvermos uma boa relação com a comida, aprendemos a comer de forma equilibrada, um pouco de cada vez. Se estivermos “livres” para comer chocolate quando quisermos, sem culpa, não vamos ficar pensando nele o tempo todo. Assim, quando formos comer será um pedaço pequeno, apreciando, sem culpa e sem ansiedade, pois sabemos que podemos comer mais em outro dia.


Muitas pessoas gastam boa parte do seu tempo e de sua energia pensando em comida (no que vai comer, no que pode comer, no que queria comer, mas não é permitido), sendo que o ideal é que a comida seja só mais uma coisa dentro da rotina diária. Da mesma forma como tomamos banho e escovamos os dentes, assim deveria ser nossa relação com a comida: natural, leve e tranquila.


2 - Aprenda a sentir os sinais de fome e saciedade

Para ter uma alimentação saudável e uma boa relação com a comida, precisamos reaprender a perceber os sinais de fome e saciedade que nosso organismo nos envia. Parece algo óbvio, mas muitos não conseguem perceber esses sinais e acabam comendo sem estar com fome e/ou continuam comendo mesmo depois da fome já ter passado. Quando respeitamos esses sinais de fome e saciedade, comemos a quantidade adequada para nosso organismo: nem mais, nem menos.


Portanto, antes de comer, entenda se está realmente com fome. Muitas vezes comemos por tédio, por ansiedade ou por questões emocionais. Se estiver com fome de verdade, coma. Se não estiver com fome ainda, faça outra coisa e espere para comer quando estiver com fome. E coma devagar: coloque os talheres no prato e faça uma pequena pausa durante a refeição, para que consiga perceber o sinal de saciedade.


3 - Coma comida de verdade

Mais do que evitar um determinado grupo de alimentos classificado como o “vilão” do momento, como açúcar ou glúten, para ter uma alimentação saudável devemos nos preocupar em comer comida de verdade, ou seja, comida menos processada possível.


Tente evitar os alimentos industrializados. Aos poucos, vá substituindo por alimentos de verdade, com nutrientes, sem corantes, conservantes, aromatizantes... quanto mais caseiro e mais natural, melhor. Neste sentido, os alimentos orgânicos são ótimas opções para quem busca uma alimentação saudável.


4 - Coma de maneira consciente e sem culpa

Para ter uma alimentação saudável, é preciso comer de maneira consciente, ou seja, estar inteiramente presente no momento da refeição: sentar-se à mesa, apreciar o alimento (cheiro, aparência, sabor), comer devagar (degustando cada pedacinho), comer sem rotular aquele alimento como bom ou ruim. Não há problema algum em comer chocolate ou pão ou até os industrializados e fast foods, quando se come com consciência e com equilíbrio.


Aprecie o momento da refeição, coma com prazer, sem culpa, respeitando os sinais de fome e saciedade do seu corpo e percebendo todos os significados (físicos, sociais, emocionais) que aquele alimento tem para você. Isso sim é ter uma alimentação saudável!


5 - Organize-se

Para conseguir ter uma alimentação saudável e evitar ao máximo os industrializados, é preciso ter organização. Um cardápio pode ajudar – e muito! – nesse quesito. Com ele, além de aumentar a chance de você comer melhor, também economiza tempo, pois pode se programar para cozinhar menos vezes por semana, e dinheiro: comer em casa, e comida de verdade, sai mais barato do que comer fora.


Faça um cardápio simples, de acordo com sua realidade e seu gosto. Não adianta ter um cardápio requintado e “perfeito”, se você não conseguir colocá-lo em prática.


6 - Seja prático ao fazer compras

Para ter uma alimentação mais saudável, é essencial reservar um momento para comprar os alimentos que farão parte da rotina. Para tornar essa etapa importante mais fácil, a dica é fazer compras na internet. Escolher os produtos do computador ou do celular e receber em casa é uma excelente opção para economizar tempo e garantir uma alimentação mais saudável.


O Bocaiuvas Orgânicos, por exemplo, permite que o cliente selecione vegetais orgânicos que deseja receber em casa.


Fonte: G1


  • 1

    SÃO PRODUTOS CERTIFICADOS.

    A Chácara Bocaiuva possui os selos do IBD e do SISORG (Ministério da Agricultura).

  • 2

    SÃO CULTIVADOS NA REGIÃO.

    Não sofrem o desgaste dos alimentos que vêm de longe.

  • 3

    AJUDAM NA GERAÇÃO DE EMPREGOS.

    A mão de obra contratada é da região.

  • 4

    SÃO PRODUZIDOS SEM ADUBOS QUÍMICOS E SEM AGROTÓXICOS.

    Ao consumir alimentos orgânicos, as substâncias químicas ficam fora do seu prato.

  • 5

    AUXILIAM NA PRESERVAÇÃO DA NATUREZA.

    A Bocaiuva Orgânicos desenvolve projetos de reflorestamento.

  • 6

    QUALIDADE DE VIDA.

    Produtos de boa procedência garantem uma alimentação mais saudável.

  • 7

    CONSUMO CONSCIENTE E PREOCUPAÇÃO ECOLÓGICA.

    Quem escolhe os produtos orgânicos preocupa-se com a saúde de sua família e com o planeta.

  • 8

    COR, SABOR E TEXTURA ORIGINAIS.

    Alimentos orgânicos não recebem aditivos químicos que alteram as suas propriedades.

  • 9

    VARIEDADE DE PRODUTOS.

    Frutas, verduras, legumes, grãos, frangos e ovos caipira.

  • 10

    RESPEITO AO TRABALHADOR RURAL.

    Não utilizam produtos tóxicos como herbicidas, pesticidas e fungicidas que são prejudiciais à saúde do agricultor.